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curso

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NOS DIAS 5, 7, 9 E 12 DE JULHO
NO MEU INSTAGRAM

(Evento 100% on-line e gratuito)

Você tenta educar de forma gentil e respeitosa, mas, mesmo assim, muitas vezes se encontra perplexa diante do comportamento e emoções da sua criança?

Talvez seja a hora de repensar certas ideias e conceitos que tomamos como certos na educação dos nossos filhos. 

Inscreva-se agora para participar do curso!

*A confirmação será enviada por e-mail.

PROGRAMAÇÃO DO EVENTO

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O ser
Live dia 05/07,
segunda-feira,
às
20h30
(Horário de Brasília)
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O brincar
Live dia 07/07,
quarta-feira,
às
20h30
(Horário de Brasília)
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O sentir

Live dia 09/07,
sexta-feira,
às
20h30
(Horário de Brasília)
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Surpresa

Live dia 12/07,
segunda-feira,
às
20h30
(Horário de Brasília)

DIA 1

DIA 4

DIA 3

DIA 2

ATENÇÃO: As lives não ficarão salvas. Entretanto, os replays das lives serão enviados por e-mail para quem estiver inscrito no evento.

ENTENDA COMO ESSE CURSO
PODE TE AJUDAR

O Criando Crianças Livres é sobre criar seres humanos sem as amarras das convenções sociais que não são embasadas em desenvolvimento infantil.  Algumas dessas convenções são antigas e ultrapassadas e trazem uma lógica que simplesmente não se sustenta diante dos avanços da neurociência. Por outro lado, novos conceitos surgem diante do momento atual de profunda desconstrução, mas, apesar de bem-intencionados, esses conceitos ignoram aspectos importantes de como uma criança se desenvolve.

Com isso em mente, o Curso então será dividido em três pilares para que possamos analisar esferas diferentes da vida de uma criança: o Ser, o Brincar e o Sentir.  

DIA 1 DO CURSO

O SER
Live dia 05/07 às 20h30

No SER, falaremos sobre a criança como ser social e todas as nuances dessas interações: faz sentido forçar uma criança a pedir desculpas? Palavrões devem ser banidos? O que fazer com as mentiras? Criança precisa compartilhar tudo com o amiguinho?

DIA 2 DO CURSO

O BRINCAR
Live dia 07/07 às 20h30

No BRINCAR, falaremos sobre o papel que o brincar desempenha como ferramenta de elaboração para criança: Brincar de lutinha é ruim? Arminha precisa ser banida? E brincar de matar?  As bonecas fortalecem a ideia de maternidade compulsória? 

DIA 3 DO CURSO

O SENTIR
Live dia 09/07 às 20h30

No SENTIR, falaremos sobre a liberdade de sentir: O que fazer com o “eu te odeio”? Sentimentos negativos são mesmo ruins? Devemos exigir demonstrações de carinho de uma criança?

As respostas para essas questões são atravessadas por uma verdade simples, mas que, com frequência, esquecemos: a criança é um individuo completo e LIVRE. Essa ideia pode parecer revolucionária mas é o ponto de partida para quem busca uma educação respeitosa. Esse curso é sobre isso.

Fey Marques

Mãe do Liam e da Maisie. Educadora Parental e Escritora.

Somado, o tempo que eu tenho de experiência com crianças (as minhas e as de outros pais) dá mais de 15 anos. Experiência no sentido de convivência diária mesmo, para além das teorias e para além da sala de aula. Tempo o suficiente para entender que, embora existam marcos do desenvolvendo comuns a maioria, cada criança é um ser único — o que funciona com uma nem sempre funciona com outra. E por isso mesmo não existe receita de bolo quando o assunto é criação de filhos.

Porém esse tempo me ensinou também que crianças compartilham algumas necessidades básicas: toda criança quer se sentir vista, compreendida e amada. O problema é que nós, adultos, pais, apesar de falarmos frequentemente sobre o amor incondicional que sentimos pelos nossos filhos, muitas vezes temos formas estranhas de demonstrar. E, na maioria das vezes, isso acontece por culpa, medo, ego e/ou pressão da família e de uma sociedade onde valores são invertidos e onde não se respeita o tempo da criança nem a preciosidade da infância.

Você não está sozinha em achar que é difícil manter o equilíbrio diante da desafiadora tarefa que é guiar esses seres sem podar-lhes de sua individualidade. Sem projetar neles nossos sonhos, desejos, medos e inseguranças. Existem outras maneiras. Existem caminhos respeitosos e menos desgastantes. Não é suficiente apenas “sobreviver” a infância dos nossos filhos agarrados ao mantra de que “é fase”. Porque sim, passa, mas parentar é trajetória e não destino. Que tal respirar fundo e admirar a beleza do “meio do caminho”?

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